terça-feira, 04 maio 2010 19:40
yELLOW Escreveu:ouvi dizer agora mesmo k apareceu uma notícia no nós por cá sobre isso dos finos a 50 cêntimos e o papa XD ahahah lool k abuso
terça-feira, 04 maio 2010 19:44
terça-feira, 04 maio 2010 21:38
quarta-feira, 05 maio 2010 9:21
sexta-feira, 07 maio 2010 16:50
sábado, 08 maio 2010 18:28
sábado, 08 maio 2010 19:19
D@MP Escreveu:Sabem se o ecrã dos jardins vai transmitir o jogo do Benfica?
quinta-feira, 24 junho 2010 21:32
quinta-feira, 27 março 2014 12:18
Coimbra: Tribunal restringe horário de funcionamento dos bares da AAC
A Vara Mista de Coimbra entendeu, ontem (25), que os bares da Associação Académica (AAC) e da respectiva esplanada terão de funcionar, à noite, com horário limitado, disse ao "Campeão" Maria Vitália Ferreira.
Residente num rés-do-chão da rua de Padre António Vieira, a munícipe conimbricense recorreu ao Tribunal para fazer valer o seu direito ao sossego, sendo que a Câmara já terá posto a hipótese de a exploração de bares naquela zona cessar às 24 horas dos dias úteis.
O diferendo remonta a 2006, tendo por base a alegação de que o funcionamento de espaços de restauração, recreio e lazer, com intensa actividade nocturna, produzem elevados níveis de ruído, impeditivos do descanso dos moradores nas proximidades.
Maria Vitália Ferreira, 75 anos de idade, queixa-se deste problema a partir do momento em que a sociedade In Tocha, Lda., assumiu a exploração dos referidos espaços da AAC.
Moradora na rua de Padre António Vieira, há mais de 40 anos, a munícipe tinha interposto um pedido de providência cautelar que levou o Tribunal de Coimbra a ordenar, em 2012, a cessação de quaisquer actividades naqueles dois bares, entre as 00h00 e as 07h00.
Perante a mais recente decisão da Vara Mista, a moradora decidiu abdicar do direito a receber uma indemnização por danos morais e de saúde, considerando que o respeito pelo horário de funcionamento é suficiente para garantir o desfecho do diferendo de forma satisfatória e porque, entretanto, a empresa concessionária dos bares faliu.
O não acatamento da ordem judicial implica a aplicação de coimas e, em última instância, pode levar ao encerramento definitivo dos bares localizados na sede da AAC, apurou o “Campeão”.
O nosso Jornal tentou contactar o advogado da Associação Académica, não tendo sido possível obter uma reacção.
Fonte: Campeão das Províncias